
Imersão Presencial em Bragança Paulista: turma de 4 pessoas no máximo, comigo do teu lado o dia inteiro, do que você precisa saber em terra até o voo embarcado no barco com vento e marolas. Você sai sabendo o que esperar do seu drone em cada cenário.
E quando chega na hora da verdade, o frio na barriga, o medo de perder o drone e a insegurança fazem você repensar se você realmente sabe o que está fazendo. Se estiver embarcado e estiver ventando? Piorou!
Isso não é culpa sua. É a diferença entre assistir tutoriais genéricos, e aprender com quem realmente faz isso todos os dias, nos mais diversos cenários.
Tutoriais te dão uma referência teórica. Mas pousar o drone numa embarcação solta, com vento e marolas como fator dificultante, somente a vivência na prática com alguém experiente pode te preparar para isto.

Se o voo for embarcado então, nem se fala. É decolar com o coração acelerado e ficar ali — no automático, nos modos que o drone faz tudo por você, mas que raramente funciona, especialmente se o "assunto" estiver em movimento. É nesse instante, dominando o drone sobre as águas, que se revela quem está realmente pronto para o próximo nível. Uma parte de você sabe que não confia na sua própria mão se der problema. E em vez de decolar sabendo, você decola torcendo pra dar certo.
Você comprou bom equipamento. Abriu umas duas vezes, voou ali por perto, e voltou. E passou meses sem ligar, porque uma vozinha na cabeça diz que se você arriscar demais, ele pode não voltar. E a vozinha tem razão de existir: você sabe que não tem todas as variáveis técnicas na ponta da língua.
Compressão de planos, parallax, deslocamento sobre água. Você entende o que eles fizeram, tecnicamente faz sentido na sua cabeça. Só que quando chega a sua hora de tentar, alguma coisa segura sua mão e bate em você a insegurança e você volta pro modo automático. Não é covardia: você reconhece, lá dentro, que não tem todo o conhecimento técnico que aquele take precisava.
Você está pilotando em deslocamento (sobre a água, num barco, num enquadramento). Em algum momento o drone PARA de responder aos seus comandos. Ele decidiu que precisa voltar, porque calculou a bateria, mediu a distância, e entendeu que se não voltar agora, não volta. É o sistema de segurança automático do equipamento agindo. Mas você nunca viveu isso na prática, não sabia que ia acontecer, não sabia o que apertar pra retomar o controle. Aí você se desespera, e o desespero costuma piorar tudo.

Os modos automáticos funcionam muito bem, quando você sabe como o drone responde em cada situação. O problema nunca foi confiar no automático. Foi nunca ter vivido na prática o que acontece quando o cenário muda: vento em cima da água, marola, deslocamento, embarcação em movimento. Essa vivência não tem em tutorial nenhum.
Porque você nunca viveu na prática, nunca sentiu o drone responder em situação real. Porque nunca sentiu, nunca aprendeu o que esperar dele em cada cenário. E continua dependendo do automático genérico até o dia em que o drone ativa um comportamento que você não esperava (o retorno automático aparece sozinho, por exemplo) e você perde o controle do equipamento que comprou.

É o Ciclo da Insegurança. E ele é silencioso: você nem percebe que está nele. É evitável, desde que alguém te entregue a informação específica e te corrija em tempo real enquanto você testa cada configuração na prática.

Tem uma coisa que eu carrego há anos comigo. Toda vez que chegava um drone na bancada, eu tentava imaginar quem estava do outro lado. Quase sempre era alguém que tinha juntado um bom dinheiro pra comprar aquele equipamento, que tinha se imaginado fazendo coisas com ele, e que agora estava ali, quebrado, com a sensação de que o drone “tinha ido sozinho”, de que não foi culpa de ninguém.
Antes de ensinar pilotagem, eu trabalhei anos na assistência técnica de drones. Via drone chegar quebrado dia após dia, com diagnósticos físicos diferentes mas a mesma história por trás: o piloto não tinha vivência prática suficiente sobre como o drone se comporta em cada cenário real. Não era problema de equipamento. Era falta de experiência — daquela que só se constrói voando em situação de verdade, com vento, com marola, com alguém do lado corrigindo na hora certa.
E isso é erro humano. É erro de quem nunca viveu a situação na prática antes de viver sozinho.
O piloto não sabia que voar sobre a água era diferente de voar em terra. Não sabia que voar de uma embarcação em movimento era diferente de voar parado num barranco. Não sabia o que o drone faz quando o vento muda em cima da água — porque ele nunca viveu isso com alguém experiente do lado pra mostrar na hora certa.
Tem outra coisa que eu via repetir: piloto perdia o controle quando virava a câmera de volta pra ele. Os comandos invertiam: comando pra frente fazia o drone ir pra trás; pra direita, pra esquerda. Não era falta de tutorial. Era falta de ter feito isso antes, na prática, num cenário controlado, com alguém do lado dizendo “calma, é assim que reage, agora você faz”.
Foi aí que eu entendi: o que faltava no nosso mercado não era mais um drone melhor, nem mais um tutorial genérico no YouTube. Era alguém do lado do piloto, no cenário real (terra, água, vento, deslocamento), passando a vivência prática que só quem voa de verdade todos os dias pode passar.
Foi por isso que eu criei a Imersão Presencial. Pra que a vivência prática e a correção aconteçam antes do problema, não depois.

Embaixador DJI no Brasil: selo que a fabricante entrega pra um número pequeno de pilotos no mundo inteiro que documentam trabalho consistente. Eu recebi o meu depois de passar anos entre assistência técnica e trabalhos cinematográficos em ambientes de maior risco de perda de drone, como jetski, barco e cenário náutico. Hoje meus cursos online já somaram mais de 9.000 cursos vendidos: material que entrega a conhecimento prático de pilotagem, muito além do que tutorial gratuito cobre. Mas mesmo o meu próprio curso online não substitui a correção em tempo real da imersão, porque tem um conjunto de informações que só faz sentido quando você está com o seu drone, no seu cenário, com alguém do lado te apontando: "essa configuração aqui você muda agora, esse é o comportamento que ele vai ter, isso aqui é o ajuste pra esse tipo de voo." Em terra, dá pra absorver muita coisa do online. Sobre a água, com vento real, não dá pra ir despreparado.

Embaixador selecionado pela fabricante

O piloto que eu quero formar é aquele que vive a prática real do voo, opera com a tranquilidade de quem já passou por aquele cenário antes, e entrega resultado incrível em seus trabalhos. Não é o piloto que depende só do automático porque nunca testou nada diferente — é o piloto que sabe pelo corpo, porque já fez na prática, com alguém experiente do lado.
Inclusive, muitos dos meus alunos chegam vindos de outros treinamentos onde pilotaram pouco tempo e saíram sem essa vivência real. É exatamente esse gap que a imersão fecha.
Nessa imersão, o meu papel é te colocar dentro da prática — terra, água, vento, deslocamento — e te corrigir em tempo real até a vivência virar segurança internalizada. Não vou prometer domínio total em um dia; domínio total se constrói com prática contínua depois. O que cabe num dia é você sair tendo vivido o que nunca viveu antes, e com a base pra continuar construindo sozinho com confiança.
É o primeiro passo concreto pra parar de pilotar torcendo e começar a pilotar sabendo.
Todo piloto que sai da imersão leva isso internalizado:
Antes de decolar, você olha pro drone e pro cenário e já sabe o que esperar: o que muda em terra, na água, com vento ou em embarcação solta. Passou pelo checklist de 9 itens — bateria, GPS, altura, vento, comportamento em situação de emergência. Você vê o voo antes dele acontecer porque já viveu cenários parecidos antes.
No momento que o imprevisto aparece — vento muda, marola do barco, drone fazendo coisa que você não esperava — você não congela, não entra em pânico. Você tem uma hierarquia clara: primeiro segurança, depois equipamento, depois take. Decide em segundos a melhor saída porque já viveu situação parecida na imersão.
A mão vai no manual quando o cenário pede mais que o automático entrega. Você sabe pelo corpo o tipo de take que dá em cada situação — porque já tentou, errou e acertou com alguém do lado corrigindo. O drone deixa de morar no case porque você não confia mais só na sorte; você confia na vivência que carregou da imersão.
A gente pede pra chegar 8h40-8h45 pra acomodar sem correria.
Quando você compra a imersão, recebe acesso ao curso online de pilotagem pra já rodar a teoria. Então no dia, essa revisão não é do zero, é direto no nível avançado. Dúvidas fechadas, lacunas cobertas.
Cada um com o seu drone, no seu nível, com exercício personalizado. Eu circulo rápido entre vocês num veículo elétrico, orientando em tempo real. Avança o exercício quando você tira de letra, não antes.
Em fim de semana ou feriado, buffet à vontade. Em dia útil, prato executivo a escolher. Aproveita pra tirar dúvida, trocar ideia sobre audiovisual, drone, aerocinematografia ou o que mais você quiser; e, também, pra se conectar com os outros pilotos.
Agora é aplicação prática com nível de dificuldade maior: vento real, marolas, deslocamento. Cada aluno pilota aproximadamente 30 a 40 minutos consecutivos: uma bateria inteira, enquanto eu instruo do lado. Os outros já pegam insight antes da vez deles. A equipe leva estação de energia portátil pra apoiar o rodízio de baterias durante o turno, sem pausa desnecessária.
Eu ajusto entre barco e terra: se o ajuste fino ainda está melhor em terra, eu trago a turma de volta pra mais exercício; se rendeu bem no barco, a gente estica até a luz útil do fim do dia. Aerocinematografia entra nos dois cenários: compressão de planos, parallax, profundidade de campo trabalhados no ar, desde que haja condição segura de voo.
A gente revisa alguns takes gravados no dia, troca contatos entre a turma, e eu fecho as dúvidas que ficaram pendentes ali.
Tutorial online você pausa, volta, assiste três vezes. Funciona pra teoria e conhecimento e não há nada melhor para isso, ao meu ver.
Só que sobre a água, com vento de verdade, com marola, com deslocamento, não tem pausa. E o que você precisa treinar é exatamente isso: a mão reagindo sem tempo de consultar YouTube ou hotmart.
30 a 40 minutos diretos no seu controle, uma bateria inteira, comigo do lado falando “ó, isso aqui precisa mudar, isso aqui você precisa ajustar”. Os outros alunos da turma acompanham e já pegam a correção dos erros mais comuns antes mesmo da vez deles.
É isso que curso online não tem como entregar.




"Até hoje, todas as turmas que passaram pela imersão saíram conseguindo acompanhar o barco em movimento, inclusive quem chegou com muito medo no começo. Isso é o que eu observo depois de cada dia, não uma promessa do que vai acontecer com você." — Martin Nery
Todo piloto que sai da imersão leva isso internalizado:

Curso Completo de Pilotagem de Drones — pra você chegar no dia com a teoria já rodada. Quem assiste antes, aproveita o dia em outro patamar.
Curso de Aerocinematografia (captação e edição de vídeo) — entra junto na compra da imersão. Cobre técnicas que você aplica em terra + barco no dia presencial.
Se o dia estiver com clima crítico (chuva forte, vento pesado), a imersão é reagendada sem custo adicional de remarcação.
Hospedagem on-site: opcional, contratada à parte. Se quiser, dá pra ficar hospedado no próprio local da imersão, em chalé ou hotel — não está inclusa no valor; a equipe confirma valores e disponibilidade no WhatsApp. Transporte até Bragança fica por sua conta. A equipe te envia o endereço exato e orientação de melhor caminho pra quem vem da capital.
Enquanto você faz a imersão, sua família pode usar a estrutura do local em day-use (piscina aquecida, salão de jogos, playground e academia). O day-use é R$ 200 por pessoa; alimentação é cobrada à parte. Quantidade da família e o que sua família vai comer a gente acerta com você no WhatsApp. A família fica no espaço de lazer enquanto a turma trabalha; a imersão precisa do seu foco do começo ao fim.
Parcelamento e forma de pagamento você combina direto com o meu time no WhatsApp, depois de preencher o formulário aqui embaixo.
Turma com 4 pessoas no máximo. Não é marketing, é limite estrutural. Pra eu conseguir circular rápido entre vocês no veículo elétrico, orientar em terra simultaneamente e instruir 30 a 40 minutos seguidos de cada um no bloco do barco, 4 pessoas é o máximo. Acima disso, um ou outro aluno sai sem a correção individual que é o centro da imersão.
Não é diploma, não é certificado, não é vídeo promocional. É outra coisa.
Você já viveu o drone reagindo a vento, marola, deslocamento, e tem a base técnica pra não congelar mais nessas situações.
Checklist de 9 itens deixa de ser lista de pendência e vira pré-voo automático.
Você já fez o primeiro voo sobre a água, com vento real e marola, e tem a base técnica pra repetir sempre que precisar.
Takes seus, com enquadramento e decisão manual/automática trabalhados ao vivo no controle.
Você sabe no que trabalhar sozinho nos próximos meses. Não volta perdido.
Essa imersão foi feita pra você se:
Vai. A imersão começa em terra, com exercícios progressivos. Só vai pro barco depois do almoço, quando os fundamentos já estão lá. E quando for, o seu voo é de 30-40 minutos com a minha orientação em tempo real do lado. Todos os alunos que vieram até hoje saíram acompanhando o barco em movimento — inclusive quem chegou com medo no início.
Aerocinematografia a gente passa em qualquer luz útil de voo: se o clima permite voo seguro, eu adapto o exercício e o tipo de take final. Em caso de clima crítico (chuva forte, vento pesado), a imersão é reagendada sem custo adicional. Não coloco seu equipamento em risco por pressão de calendário. O deslocamento de ida e volta fica por sua conta tanto no dia original quanto na data reagendada.
Tem que levar. A imersão é prática com o seu próprio equipamento — é assim que você desenvolve domínio real sobre o drone que você usa no dia a dia. Leva ele carregado, com as configurações que você usa normalmente.
Em terra, você voa em ciclos curtos, cada um focado num exercício específico, com a minha correção entre ciclos. No barco, você pilota aproximadamente 30-40 minutos consecutivos — uma bateria inteira — enquanto os outros alunos acompanham. Se você também acompanha os voos dos colegas, aprende ainda mais nos intervalos.
Vale, e a verdade é que é exatamente pra quem já fez o online que a imersão foi desenhada. Teoria não treina mão. O online te dá o mapa; a imersão te coloca o controle na mão, sobre a água, comigo corrigindo. São camadas complementares, não substitutas.
Bragança Paulista fica no interior de São Paulo. O deslocamento desde a capital fica por sua conta; a equipe te envia o endereço exato e orientação de melhor caminho no WhatsApp. Se quiser dormir no local, tem hospedagem on-site em chalé ou hotel no próprio espaço da imersão — contratada à parte, não entra no valor da imersão. A equipe passa valores, disponibilidade e detalhes no WhatsApp. Se quiser levar a família, o espaço tem piscina aquecida, salão de jogos, playground e academia. Day-use opcional pra família: R$ 200 por pessoa, alimentação cobrada à parte. Quantidade da família e detalhes a gente acerta no WhatsApp.
Você avança no seu ritmo. Os exercícios são progressivos — só sobe de nível quando tira de letra o anterior. Se algum exercício travar, ficamos nele, não forçamos o próximo. Ninguém é empurrado pra antes da hora.
PS: Uma coisa que eu quero te dizer antes de você fechar a página: Se você voa há um tempo e ainda está no básico, não é porque o seu drone é ruim, nem porque você não tem jeito. É porque pilotar sem alguém do lado corrigindo te deixa preso nos erros que você nem percebe que está cometendo. Um dia comigo em Bragança não te faz profissional. Mas te coloca no caminho que tutorial sozinho não consegue: alguém do teu lado corrigindo a sua mão enquanto ela erra. Quando estiver pronto, clica aqui embaixo e conversa com a gente.